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Principais ácidos utilizados em tratamentos de beleza da pele


Antes de qualquer tratamento com ácidos, faz-se necessária uma pesquisa sobre o assunto, pois trata-se de medicamentos e não apenas de cosméticos comuns. Deve-se iniciar compreendendo os efeitos dos ácidos no organismo humano.


O tratamento com ácido pode ser usado para tratar rugas, espinhas, manchas e outros problemas, de acordo com a avaliação feita por profissional de saúde. 

São diversos ácidos que podem ser usados, variando de acordo com o caso. 

Eis os mais comuns:
Ácido Azelaico - ou ácido nonadioico
Ácido Salicílico
Ácido Retinoico - Tretinoína - vitamina A ácida
Ácido Glicólico
Ácido Kójico
Ácido Mandélico
Ácido Ascórbico
Ácido Ferúlico

Uso de óleos essenciais em bebês

A pele dos recém-nascidos é muito fina e com grande capacidade de absorção; por isso, recomenda-se o uso moderado de qualquer substância, entre elas os óleos essenciais, nas seis primeiras semanas. Mesmo sendo 100% puros e naturais, os óleos essenciais são muito concentrados e é preciso respeitar o período de adaptação dos bebês à vida fora do ventre, pois todos os seus sistemas estão aprendendo a lidar com os estímulos e substâncias estranhas.
Neste período sensível, apenas o óleo vegetal é suficiente, como óleo de girassol, amêndoa doce, gergelim, coco, azeite de oliva. É importante estar segura quanto à procedência do óleo.
Quando utilizados com finalidade terapêutica específica, como em casos de assadura, crises de cólicas e agitação, recomenda-se uma concentração baixa (0,5% – 1 gota de óleo essencial em 10 ml de um óleo vegetal carreador) para bebês até 1 ano. A partir de 1 ano recomenda-se a concentração de 1% (2 gotas de óleo essencial em 10 ml de óleo vegetal carreador).
Em casos especiais, sob orientação de profissional capacitado, pode-se utilizar a concentração de 2%.
A Aromaterapia é uma ferramenta muito rica e eficaz e sua utilização aliada ao toque suave proporciona conforto, relaxamento, bem estar, diminui o stress, melhora a qualidade do sono, estimula o desenvolvimento saudável e aumenta o vínculo afetivo entre mãe – pai – bebê – criança.

Alguns óleos essenciais indicados para bebês e crianças pequenas:

Lavanda:
calmante, relaxante e sedativo, atua na regulação do sistema nervoso; auxilia nos problemas de sono e agitação. Analgésico e antiespasmódico, descontratante muscular, é bom para cólicas e cãibras, aflição da dentição e asma. Cicatrizante, antisséptico e anti-inflamatório, atua em picadas de insetos, ferimentos, assaduras e queimaduras, eczemas e acnes. É considerado o Rescue da aromaterapia.

Camomila-romana: reconfortante, calmante e promove o relaxamento, auxiliando nos problemas de sono e agitação. Possui propriedades antialérgicas e emolientes, ajudando a acalmar a pele irritada. Analgésico e antiespasmódico, atua também aliviando os sintomas da dentição, cólicas e febre.

Laranja-doce e Mandarina: trazem a alegria e a leveza da infância, estabilizam o sistema digestório e aliviam as cólicas e a prisão de ventre. Relaxantes do sistema nervoso, acalmam a agitação e são úteis nos casos de insônia.

Melaleuca ou Tea Tree: estimula o sistema imunológico, é antiviral, antibiótico, bactericida, fungicida, muito útil nos casos de gripes, resfriados e tosse. Auxilia no tratamento de candidíase, inclusive em bebês.

Eucalipto: refrescante, antitérmico, antiviral, descongestionante, útil nos casos de gripes e resfriados, rinite, sinusite, tosse, asma, e demais distúrbios respiratórios.
É importantíssimo ter orientação especializada antes de fazer uso de qualquer óleo essencial. Os OE são poderosas bênçãos da Natureza e sua utilização traz inúmeros benefícios, mas quando utilizados de forma incorreta podem trazer riscos e complicações.
Fonte: www.casamae.com.br

Cuidado ao envolver o bebê em panos

Envolver bebês em panos é uma técnica muito difundida nos dias atuais, pois ajuda os pequenos a se acalmarem.
Chega-se a considerar o procedimento como mágico, milagroso, tal é a eficácia em acalmar o bebê e levá-lo a um soninho repousante.
O Fantástico mostrou como se procede:  envolve-se o bebê em uma espécie de “cueiro” (daqueles do tempo das vovós) e, literalmente, imobiliza-se o bebê. Em seguida, aconchega-se o bebê junto ao peito e procede-se a uma técnica de “chiar” junto a seu ouvido, fazendo-se um tipo de zumbido, um zumbido de ninar, que ajuda o bebê a se acalmar imediatamente.
Tudo bem.
A técnica funciona, mas… cuidado. Muito cuidado!
Ao envolver o bebê, seus bracinhos, mãos e dedos ficam imobilizados, mas não se deve esquecer de que precisam ficar em posições corretas, confortáveis.
Conhecemos um caso (antigo – do tempo dos cueiros) em que o dedo mindinho de um bebê ficou dobrado, retorcido, em posição incorreta. Ele chorava, as pessoas não entendiam de que se tratava e, quando o bebê foi “desembrulhado” do cueiro, perceberam o triste fato. Resultado: o dedinho gangrenou e teve de ser amputado.

Dengue, Aedes aegypt, Chikungunya, Zika: todo cuidado é pouco

DENGUE:
O que é a dengue?
A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No Brasil, foi identificada pela primeira vez em 1986. Estima-se que 50 milhões de infecções por dengue ocorram anualmente no mundo.

COMO A DENGUE PODE SER TRANSMITIDA?
A principal forma de transmissão é pela picada dos mosquitos Aedes aegypti. Há registros de transmissão vertical (gestante – bebê) e por transfusão de sangue.  Existem quatro tipos diferentes de vírus do dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.
QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA DENGUE?
A infecção por dengue pode ser assintomática, leve ou causar doença grave, levando à morte. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele.
Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Na fase febril inicial da doença pode ser difícil diferenciá-la. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sangramento de mucosas, entre outros sintomas.
Ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde.
QUAL O TRATAMENTO PARA DENGUE?
Não existe tratamento específico para dengue. O tratamento é feito para aliviar os sintomas Quando aparecerem os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde mais próximo, fazer repouso e ingerir bastante líquido. Importante não tomar medicamentos por conta própria.
COMO PREVENIR?
Ainda não existe vacina ou medicamentos contra dengue. Portanto, a única forma de prevenção é acabar com o mosquito, mantendo o domicílio sempre limpo, eliminando os possíveis criadouros. Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia, quando os mosquitos são mais ativos, proporcionam alguma proteção às picadas e podem ser adotadas principalmente durante surtos. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa proteção pra aqueles que dormem durante o dia (por exemplo: bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos).
COMO DENUNCIAR OS FOCOS DO MOSQUITO?
As ações de controle da dengue ocorrem, principalmente, na esfera municipal. Quando o foco do mosquito é detectado, e não pode ser eliminado pelos moradores de um determinado local, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada.

Ácido Azelaico

O ácido azelaico  - ou ácido nonadioico - é utilizado em dermatologia contra a acne e também para promover a beleza da pele, atuando contra ...

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